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Carteira Pessoal | Fechamento 2025

Resultado das posições da carteira e perspectivas para 2026

dez 31, 2025
∙ Pago

2025 premiou quem teve disciplina.

Do meio para o final de 2024, eu praticamente zerei minhas posições em ações internacionais e aumentei a alocação em ações brasileiras.

Naquele momento, muita gente defendia dolarizar a carteira a qualquer custo.

Eu segui o caminho oposto por um motivo simples: as ações aqui estavam baratas DEMAIS em relação ao que as empresas entregavam, enquanto lá fora tudo já estava muito caro (na minha visão).

E eu prefiro decisões baseadas em preço e fundamentos, não em barulho.

Isso me levou a aumentar em quase 80% a alocação em ações nacionais entre o final de 2024 e o início de 2025:

Ciclos existem e distorções de preço não duram para sempre.

Feito isso, vamos ao resultado do ano.


Visão geral

Das 11 posições atuais, 7 terminaram o ano no positivo e 4 no negativo.

A melhor posição subiu 199,2%.

A menor alta entre as positivas foi de 14%.

Na ponta negativa, tive três quedas perto de 30% e uma queda pequena de 2%.


Métricas da carteira

  • ROIC médio: 15,70%

  • Margem de segurança média vs. valor justo: 79,6%

  • Dividend yield médio projetado: 7%

  • EV/FCO médio: 5,1x

*Valores ponderados pela participação de cada ativo na carteira.

A seguir, um comentário objetivo de cada posição e o que eu espero daqui para frente para cada uma delas.


Movida (+199,2%)

A maior alta do ano na carteira foi de Movida (MOVI3), com 199,2% de retorno total.

Eu vinha acompanhando a empresa como cliente e investidor.

Quando o papel foi para perto de R$ 3, a assimetria ficou grande demais: preço muito baixo frente ao patrimônio e frente ao ponto do ciclo em que a empresa estava, depois de um período ruim puxado por compra de carros caros.

A operação melhorou e os resultados recentes confirmaram isso: alta expressiva no ROIC e aumento em todas as métricas financeiras-peracionais.

Com a alta, ao longo do ano, acabei reduzindo parte da posição e realocando em ativos com melhor relação risco-retorno.

Mesmo assim, ainda vejo margem de segurança acima de 70% em relação à minha avaliação de valor justo da empresa.

Atenção: Nos próximos dias disponibilizarei meu estudo de valor intrínseco e respectiva planilha para a Movida (MOVI3). Para recebê-lo, garanta que você seja assinante do plano pago no máximo até amanhã:

Seguindo, vamos ao resultado comentado e perspectivas das outras 10 posições da carteira:

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