“Em última análise, nada deve ser mais importante para os investidores do que a habilidade de dormir tranquilamente à noite.” Seth Klarman
Ao longo de agosto/26, compartilhei por aqui, em duas edições, os racionais que guiaram um rearranjo na minha carteira pessoal de ações.
Nas ocasiões, revisitei minha estratégia de alocação e reconsiderei algumas posições, com base nos últimos resultados e fatos relacionados às empresas investidas.
Assim, comentarei nessa edição sobre a estrutura atual da minha carteira pessoal após o rearranjo em questão.
Além disso, irei compartilhar alguns insights rápidos sobre as teses presentes no meu portfólio e elencar quais ações são candidatas a receber meus novos aportes.
Relembre as duas edições mencionadas acima:
Esse rearranjo foi feito estritamente com base na configuração da minha carteira à época e no meu momento de vida atual. Por isso, não interprete o que escrevo aqui como qualquer tipo de recomendação de compra ou venda. Não deixe de ler disclaimer completo neste link.
O que você verá nesta edição
Composição atual da carteira
Insights gerais sobre as teses investidas - Parte I
Candidatas a aumento de posição
Ações que seguem no meu radar
Composição atual da carteira
Primeiro, quero trazer um retrato rápido da minha carteira atual.
O tempo médio (contabilizado desde a entrada da ação na carteira) das atuais posições é de 2,5 anos;
A distribuição por tempo de presença na carteira está assim atualmente:
A carteira tem atualmente 35% de exposição ao gatilho de queda de juros no Brasil (teses nas quais espero um upside relevante no caso de um cenário de juros mais baixos por aqui). Além disso, tem 32% de exposição a receitas dolarizadas e 34% a commodities:
As teses de alta qualidade ocupam hoje cerca de 57% da carteira, enquanto as cíclicas ocupam 13% e as alavancadas 23%. Além disso, 7% representam turnarounds em andamento:
Em termos de risco do negócio, previsibilidade nos resultados e margem de segurança/upside, a distribuição está assim:
Em termos de exposição a setores, a composição atual da carteira tem essa distribuição:
Por fim, em termos de alocação, estou atualmente com ~84% do capital destinado exclusivamente à carteira de ações alocado (desconsidera a parcela investida no Tesouro Direto e em ETFs de títulos públicos):
A linha de “Proventos a receber” acima corresponde aos dividendos e JCP’s já anunciados e com pagamento programado para os próximos meses.
Já para a reserva de oportunidade, uso basicamente um CDB de liquidez diária da própria corretora que utilizo. Geralmente deixo os valores destinados à carteira de ações + os proventos recebidos aplicados nele. Assim, quando faço os aportes nas ações, basta efetuar o resgate no CDB antes da data de liquidação das operações em bolsa.
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Insights gerais sobre as teses investidas - Parte I
Candidatas a aumento de posição
Ações que seguem no meu radar
Insights gerais sobre as teses investidas - Parte I
Optei por dividir esses insights por partes, para melhorar a organização e garantir um melhor entendimento.
Assim, nessa Parte I, comentarei sobre as minhas 3 maiores posições atualmente. Somadas, elas representam ~47% do total da carteira:











